sábado, 12 de outubro de 2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Em Homenagem a um Amigo,

Em Homenagem a um Amigo,
que partiu na madrugada de 7 de Outubro
e a quem hoje dissemos o último adeus.

No caminho para casa, para me restabelecer, 
precisei parar junto ao mar,
pois como já aqui disse, é para mim um antídoto.

Em Caxias o mar chamava, com os seus reflexos magníficos.
Ao olhar agora a foto não posso deixar de reflectir 
que o momento teve tudo a ver com o dia de hoje.

"É como se um só Homem, ao partir, pudesse 
deixar todo este rasto de luz"


ficará na nossa memória e nos nossos corações.
O nome Felisberto Silva, será sempre lembrado com um sorriso.

Benvinda Neves




Reflexos com Vida...

Reflexos com Vida...

Através da vida que surge nos reflexos, 
Podemos adivinhar sentimentos...
Não precisamos conhecer os outros, 
Para sabermos o que sentem,
Basta que os observemos 
- Muitas vezes esquecemo-nos de o fazer...

(Caxias - Oeiras)

(Caxias - Oeiras)

(Ericeira - Mafra)

(Ericeira - Mafra)

(Guincho - Cascais)

Benvinda Neves










domingo, 6 de outubro de 2013

Ericeira...

Uma das nossas mais lindas pérolas:

Ericeira...









Benvinda Neves


Praia de São Julião - Sintra

Praia de São Julião - Sintra
Hoje esteve um  belíssimo dia para passear,
pois tivemos um maravilhoso dia de Outono - muito sol e 24º.







Benvinda Neves



Guiamo-nos pelos acordes da nossa alma…



Guiamo-nos pelos acordes da nossa alma…

É como se uma papoila apaixonantemente bela e frágil
Pudesse nascer coberta de espinhos,
Assim são os ecos dos silêncios que não entendemos,
Porque todo o silêncio deveria ser lido no coração.

Às vezes plantamos sementes,
Que geminam em sonhos gotejados com lágrimas,
Porque das sementes que lançamos à terra
Nasce a esperança,
Que um dia floresçam.

Admiramos o canto e achamos a liberdade irresistível,
Desejamos por isso ser pássaros
E nem nos ocorre que há aves que tendo asas vivem no chão,
Por vontade, ou simplesmente por não precisarem voar.

Guiamo-nos pelos acordes da nossa alma…
Que às vezes são alegres e barulhentos,
Outras, tristes e melancólicos,
Mas é do equilíbrio entre os dois
Que compomos os nossos dias.

A imortalidade dos sonhos
Resulta das Primaveras constantes
Que ocorrem dentro de nós.

Que bom sabermos
que haverão sempre muitas Primaveras...


Benvinda Neves

Outubro 2013


Fátima…




Fátima…

Há lugares que nos marcam por razões que só nós entendemos.

Ainda que partilhemos momentos,
Não significa que o que tem importância para nós,
Tenha qualquer significado para os outros.

Às vezes, há lugares onde vamos cheios de esperança e amor
E voltamos vazios de tudo o que levámos.

O querermos dar,
Não obriga os outros a querer receber,
Mas promessas são coisas que só apaziguam a alma
Depois de cumpridas…

Faz hoje um ano,
Que aqui estive, apenas porque continuo a acreditar.
Que dar é o suficiente para nos sentirmos felizes.

Benvinda Neves
6 Outubro 2013


sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Amanhecer em Oeiras - Praia de Santo Amaro

Amanhecer em Oeiras - Praia de Santo Amaro








Vivemos num País com paisagens maravilhosas,
só não sonha quem não quer...

Benvinda Neves






quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Final de dia junto ao mar...

Poucas coisas me encantam mais,
 que um final de dia junto ao mar.

Maravilhoso o final de dia de hoje,
depois de uma semana cinzenta e chuvosa,
finalmente um entardecer
digno de muito amor...










Num lugar tão maravilhoso 
quanto o nosso Guincho,
o impossível é deixar de sonhar...

( Guincho - Cascais )

Benvinda Neves




terça-feira, 1 de outubro de 2013

até um dia cinzento pode terminar colorido...

até um dia cinzento pode terminar colorido...






Benvinda Neves

Protesto...



Protesto...

Hoje o céu está cinzento, muito escuro, cor de chumbo,
É fim de tarde e adivinha-se temporal para a noite.

As gaivotas abandonaram as praias,
Vejo-as em bandos dispersos,
Que imagino serem grupos familiares.
Pairam lá em cima, não muito longe,
Tentando equilibrar-se no vento.

Costumo querer dançar como as gaivotas,
Mas hoje, com este soprar tão forte,
Elas parecem-me marionetas, 
Manipuladas por mãos loucas.
Dançam descoordenadas, quase sem sair do mesmo sítio.
Algumas vezes parecem cair de repente,
Como se um fio as largasse e as puxasse de novo,
Quando quase atingem o solo.

Não gosto de ver as gaivotas manietadas,
Amarradas à vontade alheia.

Não fora isso, abandonaria também a praia,
Para me juntar no seu protesto,
Numa dança frenética para que volte o sol.

O tempo contagia-me a alma...
Deprimem-me os dias tristemente escuros,
Em que o mundo parece chorar.
Nunca gostei de lágrimas...


Benvinda Neves
Outubro 2013