Percorrer as ruelas estreitas e inclinadas da parte velha da cidade,
é confrontarmo-nos com o passado e o presente.
Edifícios velhos foram recuperados e são hoje
alojamento para turistas ou restaurantes com recantos pitorescos.
Mas tudo é história,
nos cartazes que anunciam que ali se pode ouvir fado,
nas inscrições que dizem que ali viveu um artista ou um atleta,
na placa que diz que no monumental chafariz de El Rei,
as bicas eram separadas segundo a cor, o sexo,
ou o estatuto social de quem ali se abastecia,
havendo sobretudo rigorosa separação entre escravos e homens livres.
Passado e presente nas
"Ruas estreitas de Alfama"...
onde o vizinho na janela pode tocar o da frente
e onde a proximidade dos edifícios não deixa adivinhar
que entre eles se construiu uma viela.

























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