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sábado, 19 de março de 2016

Centro Cultural de Belém...


Cubos que rodeiam amplas praças iluminadas
e corredores estreitos e altos
que como labirintos para a liberdade,
partem delas e nos conduzem até ao exterior.

Lá fora o Tejo, os jardins e os muitos monumentos 
que embelezam a frente ribeirinha.

É esta  a percepção que tenho
 quando percorro os espaços exteriores 
que compõem o
Centro Cultural de Belém...

Da sombra para a luz
ou da luz para a sombra,
numa geometria perfeita que instala
estados de espírito.

A arquitectura altera espaços,
mas também interage connosco,
moldando a forma como nos sentimos.
























Benvinda Neves