domingo, 30 de agosto de 2015

Azenhas do Mar...

Este é mais um lugar bonito.
As casas parecem um presépio 
que cai até ao mar...

Azenhas do Mar

Colares / Sintra









Benvinda Neves



sábado, 29 de agosto de 2015

Sintra tem noites com Luz diferente...

Dedicado à arte da Luz...

Sintra  tem noites com 
Luz diferente.










 

Benvinda Neves



LUA...

LUA...

Assim nasceu hoje,
 na Vila mais romântica de Portugal - Sintra.

Lua linda - a povoar de sonhos as nossas cabeças...

Quem não sorri quando olha uma lua bonita?






Benvinda Neves



Que os nossos passos nunca se cansem...

Que os nossos passos 
nunca se cansem de "admirar"...









Benvinda Neves

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Céu de Inverno em manhã de Verão...

Céu de Inverno em manhã de Verão...

Assim têm amanhecido a maior parte 
dos dias de Agosto.

- Cascais / Praia da Duquesa-
(Hoje de manhã)















Benvinda Neves

O Reflexo...

Às vezes temos uma fraca auto-estima
e o nosso reflexo
 parece-nos "melhor que nós"...

A nossa insegurança,
a importância das palavras dos outros,
o peso de uma educação severa,
pesam mais que o que deviam.

O Reflexo...
só pode vir da imagem.
Se gostamos dele - é porque vem do que é bonito.
(sem reticencias e muitos ses).







Cascais - Passeio Marítimo


Benvinda Neves


Crescer sem pais...


"Crescer sem pais"...
o tema de uma reportagem 
Crescer sem pais...

É crescer mais depressa 
e sentir-se muitas vezes adulto em corpo de criança.

Quando aos seis anos nos morre a mãe a família desmembra-se.
Por sermos pobres e muitos filhos, 
o pai consciente da sua incapacidade de nos criar,
coloca-nos num orfanato. Meses depois muda-nos para as Aldeias SOS.

A primeira coisa que sentimos é que o mundo ruiu.

Passamos da fase confusa para a de choque e culpabilidade:
"Não vou mesmo voltar para casa! Que fiz de errado?"
Só o tempo trás muito lentamente a aceitação.

Perder os "pais" é perder os nossos grandes Heróis,
é perder a segurança, não saber onde pertencemos
e descobrir que já não temos colo para nos atirarmos,
nem pés sobre os quais aprender a dançar.
É uma dor imensa.

Não quero ouvir,
(como oiço tantas vezes), 
que crianças não entendem nem têm memórias.

Crescer sem pais é desenvolver um sentido extra
de protecção aos nossos.
É querer ser amado e igual a todas as crianças
e ter consciência desde muito cedo
que muitas vezes dependemos unicamente de nós próprios.

Mesmo que outros nos cuidem e amem,
crescemos como trapezistas sem rede.
Sabemos que não podemos falhar.
Não há ajuda para montar casa,
avós se tivermos crianças,
nem suporte financeiro se algo falhar.

Crescemos fortes em personalidade
e encontramos muitas vezes nos Amigos próximos
o conforto da família.

Mas tenho consciência que se tivesse sido 
criada pelos pais a pobreza era tão grande
que dificilmente seria quem sou.
Não teria da mesma forma a "rede de suporte"
que têm a generalidade das famílias.


Benvinda Neves








Ver...ou não.

Ver...ou não.

Beleza - também depende 
da nossa predisposição para Ver...




Benvinda Neves