segunda-feira, 26 de agosto de 2019

"Céu e Mar, Temperam a Felicidade"...



E porque o "Amor é Lindo"
e nos contagia positivamente,
não resisti a registar o momento que presenciei.


Ocorre-me dizer que 
"Céu e Mar, 
Temperam a Felicidade"...


Benvinda Neves



Painéis da Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos...


Quem visita a Gare Marítima de Alcântara,
fica a saber que 
Almada Negreiros,
foi também convidado a pintar a sala da
Gare Marítima da
 Rocha do Conde de Óbidos...

A minha visita de ontem
só fica completa apresentando também 
os seus trabalhos de 1946 - 1949.

São seis os frescos que ali podemos admirar,
dentro do mesmo estilo que os anteriores,
mas com cores ainda mais fortes.

Na mesma o Rio como inspiração, temos:
 *Passeio de domingo no Tejo,
*Varinas e pescadores,
*Saltimbancos e funâmbulos no cais,
*Partida de paquete de emigrantes,
*Chegada de emigrantes ao cais
e *Construção dos edifícios das gares.

Muito belos os painéis
e muito bonito também o edifício da Gare,
com uma vista estupenda
 sobre todo o estuário do Tejo

















Benvinda Neves

Zona Ribeirinha de Santos...


Manhã com céu forrado de nuvens,
a emprestar tons cinza ao rio,
que espelha a cidade 
e faz parecer tão bonita, 
até esta zona mais industrializada.

Zona Ribeirinha de Santos...
Cais Rocha Conde De Óbidos.















Benvinda Neves



domingo, 25 de agosto de 2019

Gare Marítima de Alcântara - "Painéis de Almada Negreiros"...


Hoje visitamos a Gare Marítima de Alcântara,
para admirarmos os belíssimos 
"Painéis de Almada Negreiros"...

Estes frescos datados de 1943 - 1945,
são compostos por oito painéis pintados 
na sala do primeiro andar do edifício da Gare.

Seis dos painéis referem-se a Lisboa
e à importância do rio Tejo para a cidade.
Destacam-se dois - um referente à lenda da Nazaré
e outro a um piquenique em dia de romaria.

As pinturas de Almada Negreiros 
agradaram  tanto,
que foi convidado para pintar também uma sala 
na Gare Marítima da Rocha do Conde De Óbidos (1946 - 1949).

José Sobral de Almada Negreiros,
nasceu em São Tomé e Príncipe em Abril de 1893,
tendo falecido em Lisboa em Junho de 1970.
Foi um artista autodidacta, 
dedicado às artes plásticas e à escrita
destacando-se entre a primeira geração
 de modernistas portugueses.

Lindíssimos os seus painéis...















Benvinda Neves



sábado, 24 de agosto de 2019

"Vila Sassetti"...


Em Sintra a paisagem é sempre deslumbrante,
pelos verdes da serra, pelas quedas de água,
pela arquitectura bonita  dos chalés e palacetes.

Hoje trago imagens dos caminhos da 
"Vila Sassetti"...
classificada como Património da Humanidade,
pela UNESCO.

O palacete, que pertenceu a Victor Carlos Sassetti (1851-1915),
foi encomendado ao seu amigo, arquitecto e cenógrafo Luigi Manini,
que idealizou o jardim ao estilo naturalista, sendo atravessado 
por um caminho sinuoso que nos conduz ao Palácio da Pena 
e ao Castelo dos Mouros.

A propriedade foi adquirida pela Parques de Sintra
e tem estado a ser recuperada,
fazendo parte da paisagem cultural da Vila.

O edifício não se encontra aberto ao publico,
mas o percurso pelos jardins é gratuito
e tem tido uma grande adesão  de visitantes
(cerca de 20 000 por mês).

Um passeio bonito - Paisagem linda...









Benvinda Neves



quinta-feira, 22 de agosto de 2019

"Silvana Peres"...


Ainda da noite de Fados de ontem, nas
Festas do Mar,  
na Baía de Cascais, 
uma voz bem animada, que eu desconhecia:
"Silvana Peres"...

Um estilo completamente diferente de 
cantar fado.
Como dizia  a amiga Nela
"este fado, parece-me uma morna,
até dá para dançar."

Investigando aqui pela Net, como faço sempre 
que me deparo com o "desconhecido",
Silvana Peres quer recuperar o tempo 
em que o fado era bailado
e promove a luso-fonia, 
fazendo uma mistura entre fado, samba, coladera, morna,
chorinho, baião, chote, tango, bolero... etc.

Em suma - uma "Mistura de musicas,"
que resulta numas "mexidinhas" 
a que a Silvana Peres dá vida,
porque tem boa voz e dança muito bem.

Segundo li também, foi na infância 
campeã nacional de danças de salão latino-americanas.








Benvinda Neves